Pausas que a costura nos proporciona: o resgate de nós mesmos
- Marta Cavalcante de Barros
- 26 de jun.
- 1 min de leitura
Vocês sabem o quanto eu sou apaixonada pela costura! Ela me resgatou de diversas formas e acho que o fazer com as mãos nos conecta ao que temos de mais humano em nós.

É gratuito e maravilhoso de ser feito.
Mas quando escolhemos viver desse fazer com as mãos, podemos nos deixar levar por certa urgência que os boletam criam... e buscamos eficiência, rapidez, lucratividade, mesmo dentro da esfera do artesanal.
Assim, sempre quando é possível, gosto de me entregar a um processo mais longo, em que cada costura vai compondo um quebra cabeça, em que o movimento vagaroso das mãos marca o compasso dos pensamentos.
O que brota dai é uma peça única, repleta de historiam um registro de um momento que fica para sempre nas memorias e na materialidade da criação.
Hoje o patchwork parece andar meio esquecido na urgência da vida, na pressa cotidiana, no imediatismo da vida.
Para mim, ele é como um romance longo aquele que levamos tempo para percorrer suas páginas,
Mas sempre vale a pena.
Deixo um pequeno registro do que foi fazer esse mini quilt ao longo de alguns finais de semana.
Um exemplo de uma costura afetiva.
Para quem se interessou:














Comentários